Bumpits

Oie. Quem nunca achou bonito esse cabelo volumoso, quando viu em alguma série/menina estilosa, hein? Esses dias eu tava falando com uma amiga da faculdade como eu queria fazer esse penteado (e até achamos um negócio que chama bumpits, que serve pra evitar o estica, puxa, cutuca-com-o-pente), então... Taí um penteado bem legal pra se fazer pra balada (ou escola, vai saber) e que não é muito difícil de fazer. Como eu disse, com o bumpits, fica bem mais fácil, sem contar que não é preciso enfiar o pente e arreliar o cabelo. Mês que vem vou comprar e testo pra vocês.
Só tô com receio de ser um pouco incômodo, mas acho que vale a pena.
Alguém mais acha bonito?

Qualquer coisa, menos ordinária



Queria ser o tipo que você olharia e pensaria 'preciso dessa menina, ela é especial', do tipo que você teria que correr atrás, e muito, até conseguir. O tipo diferente. O tipo que te completaria. Ou então, totalmente igual a você, te entendendo de um jeito que ninguém nunca conseguiu. Te fazer sorrir como nunca ninguém fez. Te trazer alegria, mais do que qualquer coisa viva no universo. Te tirar do sério, mas de um jeito bom, do jeito que você gosta. Brigar com você pelos motivos menos óbvios. Queria ser diferente de todas, única pra você. Queria não ter sido só mais uma. Queria ter sido seu amor, da mesma maneira que você foi o meu. Se tivesse outra chance, eu juro, eu seria tudo, eu faria tudo, eu seria qualquer coisa, menos ordinária.

Pinky

Oie, de novo é madrugada e eu estou na internet, mas não resisti e voltei a fazer BGs, dessa vez meio rosado.
Não sei se vocês ainda querem isso, se ainda gostam de trocar o background, seja do twitter, do tumblr, enfim... Espero que gostem.



O cheshire cat, como acho que deu pra ver, veio do site dolliecrave. Eu já citei ele algumas vezes, é um dos meus preferidos quando quero um theme.

Desistir?

Aqui vai pra todos os que já se sentiram frustrados diante da vida, das peças que ela prega e diante dos próprios fracassos. Aqui vai uma mensagem de esperança para os que sentem cansaço, mas não o tipo de cansaço que algumas horinhas dormindo resolvem. Porque o cansaço é o inimigo do sucesso. Os bem sucedidos são perseverantes, determinados, aparentemente incansáveis. Eles sabem que, antes de alcançarem o seu objetivo, passarão por muitos erros, problemas e indecisões. Coisas que causam medo de verdade, que até fazem alguns dos mais fortes desistirem. Eu só quero pedir que não desista, mas que veja um fracasso ou uma desilusão como um meio de aprendizado, afinal você apenas encontrou uma nova maneira de não chegar ao resultado que queria, sabe agora que deve fazer de outro jeito. Não olhe para os lados, olhe para você. O que pode ser melhorado? Avalie se precisa de uma mudança, de descanso, de novos amigos, novas ideias, novos lugares. Você pode até não saber, mas vou te contar um segredo: você pode ser o que você quiser. Algumas pessoas apenas tem medo demais de serem o que desejam. Elas simplesmente param de tentar. Outras estão tão cegas, pensando que não conseguem, que nem tentam a primeira vez. Arrisquem-se mais. Lembrem-se que cada um tem suas próprias batalhas e, por favor, não desistam.


Geração Y

Você alguma vez já se pegou pensando se havia mesmo feito a escolha certa? E calculando o que poderia ter acontecido de pior, se tivesse tomado outra decisão? E se talvez, só talvez, a pior opção não fosse tão pior, assim? De repente somos a geração Y por isso. Somos cheios de contradições, medos, dúvidas. Essa geração é contraditória e, de um jeito até que bonito, um pouco depressiva. Somos a união de dois caminhos diferentes. A última geração do velho milênio. Nós vimos a virada do ano, da década, do século e do milênio, tudo de uma só vez. Quem sabe se haverá mundo para que isso ocorra de novo, em mil anos? Unimos o velho ao novo, vivemos a era do computador e da pesquisa em livros. Quem não lembra de ter que abrir uma enciclopédia para aquela pesquisa escolar? A geração Y é tão especial, a meu ver, porque é cheia de bifurcações, assim como a própria letra Y.  Um lado é o oposto do outro e, ao mesmo tempo, os dois lados tem a mesma origem, a geração baby boom. Somos a geração mais frustrada, mais cheia de medos, mas, ainda assim, a que mais teve liberdade, tanto sexual quanto de expressão, a que mais tem opções e chances. Com a internet, aliás, a frase 'liberdade de expressão' praticamente ganhou vida. Alcançamos o outro lado do mundo com um clique, mas esquecemos de nos comunicar com quem está ao nosso lado, de maneira mais física. Apesar de toda a liberdade sexual, somos a geração que menos se envolve em relacionamentos sérios. De repente, o mal do século se tornou, de fato, a solidão. Todos queremos tanto ser amados, mas simplesmente temos medo demais de expor nossos sentimentos já que, dos que arriscam, poucos se dão bem. Todos queremos algo que dure, um amor verdadeiro, mas não estamos dispostos a tentar com alguém que claramente nos quer, apenas por não ter o desafio mental costumeiro. Desvalorizamos o que conseguimos facilmente. Queremos tanto ser aceitos que montamos uma imagem, nos tornando um alguém completamente diferente. Há tanta contradição. Há tanto medo. Há tanta exposição à mídia, à escândalos, à notícias. Somos tão humanos como qualquer outra geração, mas parece que passamos por muito mais coisa do que qualquer um poderia suportar. Tantos suicídios. Tantas frustrações. Tantas experiências loucas, delírios, riscos, drogas, orgias, novidades. Talvez essa geração, a Y, esteja corrompida, mesmo. Talvez tenha crescido rápido demais. Ou talvez ela só seja humana e sofra, como qualquer outra sofreria, do excesso.