Mas se outra vez eu visse nós duas, sentadas naquele sofá velho da sua casa, segredaria a mim mesma que na verdade, nós é que não sabíamos de nada. Que a vida ainda ia ensinar muito, separando a nós duas, e que o melhor seria não lutar contra a correnteza, como se pudéssemos controlar algum - qualquer - fator dela. Aliás, melhor ainda, seria aprender desde cedo que é a vida quem (m)anda, mas a única parada é a morte. Esta, mais imprevisível ainda.
Mas a vida, essa enfadonha piada, dançava sozinha sobre o carpete, enquanto conversávamos sobre tudo o que tínhamos tanta certeza. Sobre planos que nunca saíram do lápis e daquele caderno - agora empoeirado - de oitava série. Falávamos!
Mas a vida, essa enfadonha piada, dançava sozinha sobre o carpete, enquanto conversávamos sobre tudo o que tínhamos tanta certeza. Sobre planos que nunca saíram do lápis e daquele caderno - agora empoeirado - de oitava série. Falávamos!
Não sabíamos fazer amizade, não sabíamos ter amizade, não sabíamos sequer ser amizade.
E nem disso sabíamos.

5 comments:
Belas palavras...
Você talvez queira olhar suas mensagens do facebook, Izzy. Aquela em que ficam as mensagens de pessoas que não são da sua rede de amigos... hahah
Bruno Dias, muito obrigada! :)
De nada. Hoje é dificil encontrar alguém que escreve o q vem de dentro mesmo. Por acaso vc usa alguma rede social ?
Nhw, brigadão!
Uso facebook! Isabella Varalda :) Só chamar lá.
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