Às vezes eu olho pra trás e eu penso em quantas vezes eu me entreguei de primeira depois de uma briga, pedi desculpas quando não estava errada, só pra não perder o que não era meu; me arrependi de erros que não eram meus, senti culpa por coisas que não fiz. Na verdade, não é isso que procuro lembrar, quando olho pra trás, mas é inevitável, sabe, tentar pensar em você e não lembrar dessas consequências. Tenho esperança que você nunca leia isso, porque se ler, é prova que fiz a coisa errada, de novo. Mas eu preciso falar pra alguém, pra alguma coisa, ou eu juro, eu vou pirar. Eu não espero que o que eu fiz ou deixei de fazer faça diferença alguma na sua vida, até porque eu já sei que "fui um capítulo na sua, enquanto você foi o livro todo na minha", não espero te encher de culpa quando você olhar pra trás, nem te desejo mal. De verdade, nem no fundo eu desejo isso. Só queria as minhas respostas. Por que eu? O que eu te fiz? E, sério, eu merecia ser tão enganada, assim? Eu era tão inocente, assim? E por que demorei tanto pra abrir os olhos? Por que você se permitiu brincar tanto assim? Paixão não é uma coisa com a qual se brinca. Sentimento dos outros não é um jogo. Eu poderia ficar o dia todo falando sobre como foi negativa a sua presença na minha vida, mas parei de achar que vale a pena sequer dirigir alguma palavra a você. Foram tantas mentiras. No fim das contas, eu sinto pena de nós dois. De mim, por perder tanto tempo. E de você, bem, por vários motivos. Eu não sinto muito por não ser o que você queria, eu sinto muito por você não ser um terço do que eu merecia, por, a essa altura, ainda ter muito o que aprender, muito a crescer e por ser um covarde. E aí eu olho pra frente e não sei se fico aliviada ou chateada por estar longe da sua vida. Uma pena você desperdiçar tanto. É só isso. Uma pena. Não tenho raiva. Nem ódio. Muito menos amor. Tenho pena.
Depois que você se foi
Às vezes eu olho pra trás e eu penso em quantas vezes eu me entreguei de primeira depois de uma briga, pedi desculpas quando não estava errada, só pra não perder o que não era meu; me arrependi de erros que não eram meus, senti culpa por coisas que não fiz. Na verdade, não é isso que procuro lembrar, quando olho pra trás, mas é inevitável, sabe, tentar pensar em você e não lembrar dessas consequências. Tenho esperança que você nunca leia isso, porque se ler, é prova que fiz a coisa errada, de novo. Mas eu preciso falar pra alguém, pra alguma coisa, ou eu juro, eu vou pirar. Eu não espero que o que eu fiz ou deixei de fazer faça diferença alguma na sua vida, até porque eu já sei que "fui um capítulo na sua, enquanto você foi o livro todo na minha", não espero te encher de culpa quando você olhar pra trás, nem te desejo mal. De verdade, nem no fundo eu desejo isso. Só queria as minhas respostas. Por que eu? O que eu te fiz? E, sério, eu merecia ser tão enganada, assim? Eu era tão inocente, assim? E por que demorei tanto pra abrir os olhos? Por que você se permitiu brincar tanto assim? Paixão não é uma coisa com a qual se brinca. Sentimento dos outros não é um jogo. Eu poderia ficar o dia todo falando sobre como foi negativa a sua presença na minha vida, mas parei de achar que vale a pena sequer dirigir alguma palavra a você. Foram tantas mentiras. No fim das contas, eu sinto pena de nós dois. De mim, por perder tanto tempo. E de você, bem, por vários motivos. Eu não sinto muito por não ser o que você queria, eu sinto muito por você não ser um terço do que eu merecia, por, a essa altura, ainda ter muito o que aprender, muito a crescer e por ser um covarde. E aí eu olho pra frente e não sei se fico aliviada ou chateada por estar longe da sua vida. Uma pena você desperdiçar tanto. É só isso. Uma pena. Não tenho raiva. Nem ódio. Muito menos amor. Tenho pena.
Assinar:
Postar comentários
(
Atom
)

0 comments:
Postar um comentário