Na fila do banco
Tomando sorvete
Na mesa da frente
Trabalhando com você
Ou quem sabe aquela
Outra bela, conhecida
Não finalmente percebe
A sua existência
E joga charme
E te chama
E te ganha
Por uma noite
Ou uma semana
Quem sabe o que pode ser
Ou a probabilidade do amor florescer
Não eu
Durante as dores do que é pra valer
O meu amor é o que você não vê
Nunca eu
E eu ainda aqui
Ainda temo chamá-lo por seu nome
E você aí
O que é que há com a verdade em teus olhos
Você nem aí
Se atirando em outras vidas sem nem ver
Sem me ver
E eu aqui...
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