Shit happens, love happens. (pt. 2)



 Como sempre, eu fiz a escolha errada. Deixei que ele, o adulador incorrigível, escapasse por entre os meus dedos, quando o tinha algemado à mim por vontade própria. Os outros dois, esqueci, como tantos outros, que não fizeram a mínima diferença na minha vida. O único que me marcou, em termos, foi o único que realmente me aceitou, entre todos. Os difíceis nunca me amaram realmente, e, pensando melhor, meu único fascínio era tentar mudar sua cabeça. Entrar nos seus pensamentos, mudar sua maneira de agir e manipulá-los. Conquistar. Desisti do primeiro, do segundo e do terceiro, por vontade própria, por precisar recomeçar. Eu custei a entender que amor não se compra, não se manipula, não se planeja. Amor acontece.

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